Essa semana chegou ao Brasil depois de quebrar uma série de recordes em sua passagem pelos cinemas, o DVD de This Is It , para delírio dos fãs de Michael Jackson aqui da terrinha.Nas salas de cinema, a produção arrecadou mais de 500 milhões de dólares pelo mundo desde da estréia em outubro.
A Sony Music que tem os direitos informou que o DVD vai custar aproximadamente R$ 50,00 e a versão em Blu-ray vai sair por R$ 70,00, nas duas versões um extra de uma hora e meia de material adicional. E vem por ai a versão 3D...Haja faturamento....
Talvez em breve tenhamos mais uma versão de We are the World, uma espécie de USA for Haiti...O músico e produtor Quincy Jones e o cantor Lionel Richie estão planejando a regravação do mega sucesso "We Are The World".A ideia é comemorar os 25 anos da gravação e levantar fundos para ajudar as vítimas do terremoto no Haiti, de acordo com o site da "Billboard".
Já estão convidados Usher, Natalie Cole e John Legend entre outros que devem se unir a todos os participantes da premiação do Grammy que será realizada no dia 31 de janeiro. A nova versão será produzida por Ken Ehrlich, e será lançada em single e clipe, como há 25 anos.
A versão original de "We Are The World" foi lançada em 1985 para levantar fundos para as vítimas da fome na África. Além de Quincy Jones e Lionel Richie, a canção teve as participações de Michael Jackson,Kenny Rogers,Tina Turner,Bruce Springsteen, Bob Dylan, Cindy Lauper, Stevie Wonder, Billy Joel e Diana Ross, entre outros.
Se rolar vai ser legal...Embora o motivo seja triste...A causa é nobre...
Vez por outra me bate aquela sensação de culpa por não conhecer mais da nossa inesgotável safra de novos talentos. É o tempo todo pipocando gente boa de todos os cantos dessa nossa terrinha. Esse foi o caso de Fred Martins, que até conhecia como autor, mas ainda não tinha visto como interprete (e dos bons!) que com leveza e bom gosto e esta de trabalho novo na praça prometendo ainda muitos bons frutos para nossa MPB.
No se quarto trabalho “Guanabara” desfila, doze faixas aonde passeia por várias influencias entre elas a Bossa Nova. O trabalho do compositor vem sendo apreciado por figuras consagradas na MPB e tem adquirido maior visibilidade nas vozes de diferentes intérpretes: Ney Matogrosso grava a canção: Novamente (Fred Martins/Alexandre Lemos) no seu CD Olhos de Farol (1999) e inclui Tempo Afora (Fred Martins/Marcelo Diniz) no repertório do CD Vagabundo (2004) – trabalho em parceria com Pedro Luís e a Parede; Zélia Duncan grava Flores (Fred Martins/Marcelo Diniz) e Hóspede do Tempo (Fred Martins/Zélia Duncan) no seu álbum Sortimento (2001) e Maria Rita grava a canção Sem aviso, (Fred Martins/Chico Bosco), no CD Segundo(2005).
E no seu trabalho Fred vai se firmando também como bom interprete. Daí você pode até me questionar ; Poxa França , mas não é mais do mesmo? Olha talvez até seja, mas trata-se do mais do mesmo de qualidade, e nesse caso (qualidade) quanto mais melhor...Se você gosta de MPB e não conhece ouça Fred Martins...Pode não ser inovador, mas é muito bom!
Em outubro do ano passado, divulguei aqui no blog que o Aerosmith estava procurando um novo vocalista, teve uma galera que até duvidou, mas depois de meses de incertezas,a noticia se confirmou e a rapaziada do Aerosmith vai iniciar as audições para procurar um novo vocalista enquanto Steven Tyler segue na reabilitação para se livrar da dependência química.
Enquanto isso a banda vai seguir trabalhando, para tanto a banda vai realizar testes para achar um vocalista substituto temporário a partir do mês de fevereiro, visando a temporada de festivais de verão. Alguém se habilita?
Músicos do mundo todo se mobilizam para ajudar o Haiti!
Por Carlos França
Mais uma vez músicos do mundo inteiro se mobilizam para uma causa humanitária. Desta vez o apoio vai para o Haiti que após o devastador terremoto que atingiu o país no ultimo dia 12 passa por muitas dificuldades.a Idéia é arrecadar fundos de ajuda aos desabrigados e colaborar na recuperação do país.
O ex-Fugees Wyclef Jean já chegou ao país para ajudar as vítimas. "Wyclef está no Haiti dando ajuda e avaliando a situação. Continue rezando por ele e pelo povo do Haiti", diz uma mensagem em sua página no Twitter, que tem mais de 1 milhão de seguidores e virou uma espécie de central de informações sobre a tragédia.
O Arcade Fire também se uniu às campanhas de solidariedade. No site da banda, que tem fortes ligações com o Haiti, a vocalista e multiinstrumentista Régine Chassagne e seu marido Win Butler fizeram pedidos de doação para a Partners in Health uma organização de assistência à saúde para os desabrigados.
Shakira também esta fazendo um apelo de solidariedade mundial às vítimas. A cantora disse que a reconstrução do país depende da ajuda internacional. Ela também recomendou que as doações fossem encaminhadas à Unicef e à entidade mantida por Wyclef Jean.
Da França vai a ajuda de mais de 30 artistas, entre eles o popular cantor francês Charles Aznavour(aquele do mega sucesso “She” no videi abaixo), que gravarão um clipe para recolher fundos para financiar a ajuda humanitária no Haiti.
A "Trace TV", rede de televisão que organiza o projeto, anunciou a iniciativa, em comunicado no qual afirma que o clipe será divulgado nessa emissora e também será colocado à disposição de outros canais interessados."Un geste pour Haïti chérie" é o título do vídeo no qual a música de Aznavour se misturará ao rap, reggae, R&B e a música das Antilhas.O lucro será entregue à Cruz Vermelha e à Médicos Sem Fronteiras para contribuir aos trabalhos de ajuda após o terremoto no Haiti.
Ele esta de volta...O soulaman brazuca Ed Motta, voltou com”Piquenique” o décimo álbum na carreira e com uma pegada mais pop, dançante e humorada, elementos que devem trazer de volta a voz de Ed para as programações de rádio, o que não acontece a algum tempo por opção de Ed Motta que nos dois últimos trabalhos desenvolveu discos mais experimentais sem o um grande apelo pop.
O novo trabalho traz 12 músicas compostas por Ed. Com exceção de “Nefertiti”, parceria do cantor com Rita Lee. As letras são leves, e de altíssimo astral. “A Turma da Pilantragem”, traz a participação especial de Maria Rita, que divide o microfone com Ed Motta. “Minha vida Toda com Você” tem uma levada de guitarra remete imediatamente ao Funk e Soul dos anos 70. Também bacana ficou “Pé na Jaca”, que tem participação de Liminha (baixista e produtor de primeira linha). Enfim, material bacana, pop bem feito e com padrão de qualidade de peso(sonoro rs)de Ed Motta. Bem vindo ao Pequenique!
Nessa semana estamos comemorando vinte cinco anos do Rock in Rio I, o festival que colocou definitivamente o Brasil no mapa dos grandes festivais internacionais. Foram dez dias de shows, 29 artistas e uma média de público de 150 mil pessoas por noite.
Vinte e cinco anos atrás, no Brasil praticamente não recebíamos grandes shows internacionais com freqüência. Com a realização do Rock in Rio (entre 11 e 20 de janeiro de 1985) na apelidada Cidade do Rock o Brasil viveu dez dias de uma grande festa da música em momento extremamente conturbado, em transição política, saímos de uma ditadura e começávamos a respirar a liberdade da democracia.
Entre os shows internacionais rolaram Iron Maiden, Queen, AC/DC, Yes, James Taylor, Whitesnake, Ozzy Osbourne, B-52's, George Benson, Scorpions entre outros. A quantidade de artistas estrangeiros em um mesmo evento era algo nunca visto na America do Sul. O que causou problemas com artistas brazukas, a maioria dos brasileiros tocou com som baixo.
Entre os brasileiros tocaram entre outros; Ivan Lins, Eduardo Duzek, Paralamas do Sucesso,Alceu Valença, Barão Vermelho, Erasmo Carlos, Elba Ramalho, Lulu Santos, Rita Lee, Moraes Moreira... Uma verdadeira salada...Independente de algumas escalações equivocadas, problemas técnicos e outros problemas o Brasil a partir daí começou a ter festivais e shows com maior freqüência e melhor qualidade técnica em atrações e eventos. Além de ser um divisor de águas para uma juventude que até então vivia debaixo de uma depressão e teve sua explosão de liberdade de expressão movida a muita música. Bons tempos...
Esse ano completamos 30 anos do inicio da ultima geração de Festivais de Música Popular com expressão e visibilidade nacional, temos sim Festivais de música por todo o Brasil, mas sem a mesma visibilidade de outras épocas como nos anos 60, 70 e o talvez o ultimo ciclo de abrangência nacional como os festivais dos anos 80. Em março de 1980 iniciou as eliminatórias do Festival da Nova Música Popular Brasileira - MPB 80, que ficaria no ar até agosto daquele ano. Depois dele, vieram o MPB-Shell Especial (1981), o MPB-Shell 1982 e o Festival dos Festivais (1985). A fórmula permaneceu quase inalterada em relação aos concursos já tradicionais. A novidade estava na participação maior das gravadoras na escolha dos intérpretes e na mudança de local das finalíssimas para o Maracanãzinho no Rio com públicos de até 30 mil pessoas fora a grande audiência por todo o Brasil nas transmissões ao vivo pela TV. Esses festivais passaram a abrigar artistas já conhecidos, como Oswaldo Montenegro, Emilio Santiago,Pepeu Gomes, Raimundo Sodré, Jane Duboc, Guilherme Arantes, Eduardo Duzek, Amelinha e Tetê Espíndola entre outros. Todos já com material gravado mas sem êxito suficiente para se firmar como personalidades no meio musical e viam nos festivais a chance de entrar de vez para o cenário da MPB. A cantora e compositora Joyce é um bom exemplo. Depois muitos anos sem emplacar um sucesso, ela reapareceu no MPB 80 e classificou Clareana para a final. Das revelações, apenas duas foram consideradas grandiosas: Jessé, que ficou com o prêmio de melhor intérprete masculino com Porto Solidão, em 1980, e Leila Pinheiro, premiada com o Troféu Revelação no Festival dos Festivais, de 1985.
No mais, os festivais revelaram o óbvio. Oswaldo Montenegro, que vinha despontando desde 1972, ganhou o MPB 80 com Agonia. Atrás dele, ficaram Amelinha, com Foi Deus Quem Fez Você e em terceiro Raimundo Sodré, com A Massa. Jessé, um cantor de bailes, classificou Porto Solidão para a final. Não ganhou o prêmio principal, mas foi consagrado como o melhor intérprete masculino e vendeu mais de 100 mil discos.
Em 1981, além da participação de Guilherme com Planeta Água que ficou em segundo lugar, o MPB-Shell Especial teve a vitória de Lucinha Lins, com Purpurina, desagradando o público (com direito a uma super vaia). Em terceiro, veio o samba Mordomia, cantado por Almir Guineto.
A variedade de ritmos deu o tom no MPB-Shell 1982. Emílio Santiago, com o samba Pelo Amor de Deus, conquistou o primeiro lugar e fez o Maracanãzinho cantar e dançar . Na segunda colocação ficou o grupo Raíces de América, com Fruto do Suor . O Festival dos Festivais, de 1985, parecia vir para inovar ao trazer composições em ritmos diferenciados, como o rock, com Os Metaleiros Também Amam. Mas na final deu o tradicional. Tetê Espíndola, com seu timbre agudo e preciso, foi a vencedora com a insuportável “Escrito nas Estrelas”. O segundo lugar ficou com Mira Ira e o terceiro, com Verde, cantada por Leila Pinheiro, a única boa surpresa desse festival.
Hoje quando olho para aquela época, sinto saudades dos festivais de abrangência nacional que movimentavam o público por todo Brasil e trazia a luz novos talentos. Tudo bem ainda temos festivais por ai e é claro muuuuita gente boa compondo, gravando e produzindo material de primeira e em tempos de mundo globalizado o nível da informação melhorou bastante, mas não temos mais o brilho nem a visibilidade dos velhos e bons Festivais como os dos anos 60, 70 ou 80.
Essa semana caiu na rede um trecho de uma suposta parceria inédita entre Michael Jackson e Lenny Kravitz. A música “Another Day foi gravada, mas jamais lançada,mas na linha necrofilia agora devem aparecer vários registros de estúdio do rei do pop, vale pela curiosidade...Essa semana Kravitz revelou como foi a parceria com Jackson "Foi a experiência mais maravilhosa que tive em estúdio. Ele era engraçado. Muito engraçado, e nós rimos o tempo todo. Também vi o belo pai que ele era. Ele era um ser humano maravilhoso".
Confira o audio...
Se você é fanático por Legião Urbana, prepare aquele velho toca discos para voltar a tocar e muito alto! Temos uma ótima noticia para os saudosistas e fãs da Legião Urbana, acompanhando uma tendência que esta ganhando força no mercado fonográfico a gravadora EMI pretende relançar todos os discos de estúdio da Legião Urbana em formato vinil ainda este ano. Segundo a gravadora, o projeto ainda está em discussão e por isso não há data definida para a discografia chegar às lojas.
Os trabalhos mais antigos da carreira de Renato Russo, Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e Renato Rocha (que tocou nos três primeiros discos da banda) foram lançados originalmente no formato LP: "Legião Urbana" (1985), "Dois" (1986), "Que País É Este?" (1987) e "As Quatro Estações" (1988).
O relançamento do material em vinil incluirá também "V" (1991), "O Descobrimento do Brasil" (1993), "A Tempestade" (1996 e "Uma Outra Estação" (1997). Os álbuns gravados ao vivo --"Acústico MTV Legião Urbana" (1999), "Como É que Se Diz Eu Te Amo" (2001) e "As Quatro Estações ao Vivo" (2004). Mas se depender dos fãs todos serão muito bem vindos!
E Bono Vox, vocalista do U2, defendeu neste domingo o reforço da luta contra o download ilegal de filmes e músicas pela internet, afirmando que a prática prejudica muitos os artistas. Tudo bem concordo que realmente não é bacana esse festival de pirataria (ou clonagem de dados como preferem alguns rs) mas infelizmente não acredito que os dispositivos criados até aqui possam deter a pratica dos downloads ilegais. Até pouco tempo a única coisa que protegia as indústrias do cinema e da TV do destino que conheceram a música era o tamanho dos arquivos, hoje já não podemos afirmar isso, mal são lançados os filmes no cinema, já tem uma versão rolando na net. Aliás, graças ao desenvolvimento constante da tecnologia, já é possível, uma temporada inteira de qualquer seriado em poucas horas em sites do Brasil ou de fora.
Segundo Bono "Uma década de compartilhamento e de roubo de arquivos musicais comprovou que os que sofrem com essa situação são os próprios artistas, sobretudo os jovens compositores que não conseguem se sustentar apenas com a venda de ingressos para shows e a venda de camisetas", os esforços empreendidos pelos Estados Unidos para combater a pornografia infantil na internet e a mobilização da China para caçar os "ciber-dissidentes" mostram que "é totalmente possível controlar" o conteúdo que circula na rede. "Talvez os magnatas do cinema tenham sucesso onde os músicos fracassaram, e consigam mobilizar os Estados Unidos para a defesa da indústria mais criativa do mundo", concluiu o roqueiro irlandês.
Tudo bem, concordo com tudo...Mas talvez com uma taxação de impostos menor sobre esses produtos pudessem deixar a relação mais justa com os consumidores, afinal um cd de lançamento não sai por menos de R$20,00 reais ou um DVD de show por R$40,00. Ainda é muito caro em uma terrinha como a nossa onde o salário mínimo esta em torno de R$500,00. Também sou radicalmente contra a pirataria, downloads ilegais etc. Duro é explicar isso para a garotada sedenta de música e com pouca grana no bolso, a questão é de educação sim, mas também de falta de grana para se ter acesso a cultura.
Não basta criar dispositivos para bloquear os downloads (para isso sempre vai ter um hacker para que quebrar as defesas). O mais importante seria ter preços mais acessíveis e muitas campanhas(e bota muitas nisso) de conscientização dos perigos e prejuízos causados pela pirataria que corre solta por ai no mundo virtual...Boa sorte Bono!