Sexta, 30 de julho de 2010
Página Principal
 
Editorias
Plantão VNews
Nossa Região
Brasil
Ciência e Saude
Cultura
Economia
Educação
Entrevista
Meio Ambiente
Motor
Politica
Tecnologia
Seu Bairro
Variedades
Vanguarda Serviço
Esporte
Times da Região
Times da Região Bragantino
Times da Região Guaratinguetá
Times da São José
Times da Taubaté
Classificados
Vídeos
Projetos
Dia dos Pais
Encontro da 3ª Idade
Gincana da Solidariedade
Rede Vanguarda
Site TV
Programação
Fotos Papo
De Olho na TV
Transmissão HD
Pesquisa HD
Campanhas
Aniversário Cidades
Musa do Brasileirão
Serviços
Antenistas UHF/HD
Estradas
Criança Esperança
Praias
Previsão do Tempo
Roteiro de Ouro
Todos Pela Educação
VNews Shopping
Anuncie VNews
Promoção
Twitter VNews
 
Home Blog VBlog > Ademir Ribeiro
VBlog > Ademir Ribeiro
 
20/12/2009
The Flash: Nilceu Santos
O cara é uma simpatia, treina sério e pedala como se quisesse fazer a bike decolar. É o nosso heroi no ciclismo. Mais uma vez, Nilceu Santos explicou o apelido que tem: The Flash. Venceu a Copa República, em Brasília, com a ajuda da forte equipe joseense que deu proteção na hora certa: o sprint final. E nesse momento não tem ninguém melhor no esporte que o The Flash. Parabéns, Nilceu, você merece. Que em 2010 venham mais vitórias!!!


19/12/2009
Vergonha Climática: o rumo de um Planeta abandonado.
Credito: Divulgação
VERGONHA CLIMÁTICA

Se, como muitos pensam e divulgam, a Terra esteve um dia em nossas mãos, acabamos de abandoná-la com o fracasso anunciado das negociações em Copenhage. Vamos torcer agora para que a mão humana não seja assim tão forte e para que o Planeta se mantenha firme e “frio”, apesar do nosso descaso e dos constantes maus-tratos humanos. Vamos também rezar e pedir clemência à Mãe-Terra, pois nossos governantes deixaram claro na Dinamarca que continuaremos pecando conscientemente.

As discussões em Copenhage praticamente não progrediram porque tinham o foco principal no dinheiro que deveria ser gasto para reduzir as emissões de gases que provocam o efeito estufa. Ninguém quer pagar a conta para cuidar do meio-ambiente, ninguém quer pagar nem mesmo para saber o que realmente está acontecendo com a natureza.

Ou seja, mais uma vez, o homem provou que considera o seu sistema econômico imaginário mais importante do que a sua própria existência natural. Na Dinamarca, vivemos o dilema: vida ou dinheiro? Sem pestanejar, escolhemos o dinheiro. A civilização poderá até morrer, mas pelo menos morrerá rica.

Sem nossas mãos, a Terra certamente sobreviverá: talvez mais quente, talvez sem petróleo, sem florestas, com seus rios e oceanos poluídos... Mas pelo menos terá muitos dólares, euros e reais para continuar seu rumo pelo espaço, dessa vez provavalmente sem o ser humano.
28/11/2009
NFB - Novo Futebol Brasil
“E agora o Futebol!” Um apresentador de TV sempre tenta atrair a atenção do telespectador para a mudança de assunto, da tristeza da realidade à alegria esportiva, com essa frase batida e muitas vezes necessária. Como nunca falei sobre futebol nesse blog, excetuando a apresentação inicial, quando demonstrei o amor vascaíno que permanece independente de qualquer divisão (afinal, “o sentimento não pode parar”), preciso utilizar a frase que abre esse texto para pedir licença e falar um pouco dessa paixão brasileira. Portanto, leitor: “E agora o futebol!!!”

Não, não vou falar sobre o acesso do Vasco e nem quero tecer comentários “inteligentes” sobre os times do Brasileirão, até porque se tenho alguma inteligência ela com certeza não se aproxima dos gramados. Deixo essa esperteza para os amigos do Boteco Vanguarda. Quero aqui reafirmar uma sugestão de um espectador cansado: que tal deixar o futebol mais parecido com o basquete?

Loucura? Ficar noventa minutos assistindo a partidas insossas com jogadores milionários que perderam a vontade de competir não é loucura? Ver atletas “profissionais” atuando como amadores em lances simples porque estão tão ricos que perderam o espírito esportivo não é loucura? O futebol está, definitivamente, sem graça. E nós continuamos alimentando essa cultura sem sal e repleta de reais, euros e dólares.

Já o basquete tem jogos empolgantes do início ao fim. Fui ao ginásio cobrir o jogo entre São José e Flamengo pelo NBB (Novo Basquete Brasil) e fiquei impressionado com a rapidez da partida, dos altos e baixos emocionais. O torcedor não tem tempo de respirar, muito menos de bocejar. Ao ver a partida, lembrei de uma declaração do agora ex-técnico do Vasco, Dorival Júnior, que propôs mudar as regras do futebol e deixá-las mais parecidas com as do basquete. Sim, leitor, a ideia não é minha, apenas estou levando a corrente.

É polêmica? Na certa. Já tentaram mudar as regras do futebol algumas vezes e voltaram para o tradicional. Mas imagine se os técnicos pudessem substituir jogadores a qualquer momento, se mais árbitros estivessem presentes em lugares estratégicos do campo e se o tempo fosse mais curto e com paradas ao longo do jogo? Tenho certeza de que a partida ficaria mais animada, que os jogadores ameaçados de substituição teriam mais espírito de competição e que os técnicos poderiam realmente vencer com estratégias inteligentes. E, que os tradicionalistas me perdoem, mas está na hora de fazer mudanças. A vida é feita de transformações, por que o futebol tem que ser sempre o mesmo? Que venha o Novo Futebol Brasil.

O Dorival saiu do Vasco, mas deixou essa sugestão que me agradou. Quando li sua declaração achei interessante, mas não entendi completamente. Ao ver uma partida de basquete, ágil, equilibrada, eletrizante... Captei o que ele quis dizer. Portanto, que a CBF, a FIFA etc. possam assistir a alguns lances de três por aí. Vamos enterrar de vez o conservadorismo.
20/11/2009
O apagão nosso de cada dia
Ficou tudo preto. Sem choro nem vela, principalmente vela, tudo continuou escuro. Apagão geral: tecnológico, físico e mental. Os equipamentos pararam, o corpo suou naquela noite quente e a inteligência se confundiu pela falta de foco. Por um breve momento o blecaute incomodou, enquanto os pensamentos desaceleravam, desconectavam.

É impressionante como somos dependentes do universo ilusório que criamos; virtual, televisivo, ligado na tomada. Estamos desacostumados com o mundo real da natureza.

Mas, como disse, foi um rápido momento de incômodo: aos poucos a pressão arterial foi voltando ao normal, as pupilas foram se dilatando para buscar a luz das estrelas e a mente encontrando um equilíbrio na realidade que desconhecemos e da qual nos afastamos. Tomei um banho frio no escuro (excelente diante daquele calor), sentei sobre o sofá e busquei ouvir o silêncio. A quietude não era absoluta já que crianças brincavam animadíssimas lá fora (para elas, o escuro sempre vira diversão), mas pelo menos não havia interferências eletrônicas e luminosas que pudessem atrapalhar o processo meditativo.

É difícil silenciar a mente dependente da energia elétrica. É como se a inteligência só funcionasse com volts e watts. Mas não. O tempo cura, o apagão apaga as marcas da eletricidade. E, conforme o equilíbrio se constitui na escuridão, o mundo fica mais claro, a noite mais bela, a realidade menos temerosa. Parece contraditório, mas de vez em quando um apagão pode trazer clareza mental se o encararmos com tranquilidade. Podemos perceber que não precisamos ser subjugados aos equipamentos que julgamos tão necessários. Podemos enxergar a nossa energia interna, tão obscurecida diante da redoma elétrica que ligamos no exterior.

É claro que o apagão inesperado provoca distúrbios, gera confusão: gente presa em elevador, acidentes de trânsito, semáforos piscando, pacientes em hospitais que precisam de máquinas ligadas etc. Mas a sociedade poderia combinar um apagão organizado. Como nós precisamos de noites bem dormidas para reorganizar nossos pensamentos, talvez a civilização esteja precisando descansar de si mesma para encontrar luz no horizonte.

Portanto, eis aqui a proposta. Pelo bem da natureza, ou seja, pelo nosso bem... Que tal criarmos o dia do apagão?


  • **********************************************************


  • Um amigo contou uma história espetacular sobre o apagão pessoal vivido por ele e por sua família. Com uma ferramenta na mão, ele foi tentar consertar um abajur que estava com problemas. Mas fez isso com o equipamento ligado na tomada. No momento em que encostou a chave de fenda no bocal do abajur, a luz do quarto piscou, tremeu até que tudo ficasse completamente escuro. Ele pensou: “e agora? Fiz m...”.

    Ao mesmo tempo sua esposa gritou da sala: “Amor, a casa está sem luz!!!” Ele pensou, de novo: “Nossa, a m... foi grande. Só de mexer no abajur a casa inteira ficou sem energia”. A filha foi olhar pela janela e viu tudo escuro na rua. “Meu Deus, o bairro todo está um breu só!”, exclamou. Ele pensou, pela terceira vez: “Ai, ai... Como posso ter provocado isso tudo com uma chave de fenda?”. A família ligou o rádio de pilha e ouviu a notícia: vários estados brasileiros estavam sem energia elétrica. Nessa hora ele não pensou mais nada, só decidiu que nunca mais tentaria consertar alguma coisa. Ah, e aposentou a chave de fenda.


  • **********************************************************


  • O leitor deve ter percebido que fiquei um tempo longe desse blog. Mas está tudo bem. Foi apenas um breve apagão pessoal para reorganizar pensamentos. A energia voltou.
    02/10/2009
    De olho no sonho olímpico realizado
    O espírito olímpico ganhou um corpo e vai vestir as leves roupas cariocas, debaixo de um sol escaldante e do brilho natural de uma cidade maravilhosa.

    Como carioca, vivo uma sensação estranha, de alegria e dúvida ao mesmo tempo. Encorpo a felicidade dos esportistas, que sonham com mais investimentos. Acompanho a emoção brasileira de concretizar um sonho de Primeiro Mundo. Mas estou confuso com o que será do nosso futuro. Com o dinheiro que será voltado para os Jogos nos próximos anos, vamos esquecer de valorizar a educação, o meio-ambiente, a saúde e a segurança? Vamos permitir mais uma vez que as obras superfaturadas enriqueçam poucos enquanto a maioria dos contribuintes paga a conta no final?

    O que vejo até agora é que temos um sonho gigantesco, mas não traçamos metas para realizá-lo. Agora que seremos sede, precisamos ser otimistas. A fé é o que nos resta. Vamos acreditar que podemos fazer uma Olimpíada maravilhosa como é a beleza natural da cidade. Mas vamos, acima de tudo, ficar de olho em nossos governantes e empresários que serão os coordenadores-gerentes dos Jogos. Precisamos exigir uma transparência nas contas e participar de audiências públicas que vão decidir o nosso futuro. Ou tomamos essa decisão agora ou vamos ficar longe de conquistar pelo menos uma medalha de bronze nesse sonho olímpico.
    30/09/2009
    Rio 2016, 2020, 2024. O que virá depois da Olimpíada?
    Leia em voz alta:

    Rio Olímpico, com metrô de ponta a ponta, avenidas largas e descongestionadas, segurança nas ruas limpas e organizadas, calçadas sem buracos ou sem sequer vendedores ambulantes desautorizados. Seria tudo isso um sonho encantado? Ou apenas um devaneio para liquidar com Chicago?

    O mais engraçado é que muitos americanos não querem sediar as Olimpíadas para não ficarem endividados. E nós, orgulhosos e “endinheirados” brasileiros apaixonados pelas belezas naturais cariocas que escondem as mazelas em seus morros e tocas, seguimos confiantes de que podemos abrir nossas portas.

    Dizem os defensores: “vamos em busca de desenvolvimento, de empréstimos, de riquezas de fora, vamos em busca de patrocínios públicos e privados para gerar empregos e fazer nossa hora”! E esquecem os mesmos do que se passou no Pan. Ou na verdade – o que é mais provável – esses mesmos defensores querem que se repita o que se deu no Pan. Construímos ginásios e estádios, engordamos bolsos “desavisados” e limpamos bilhões de $$$ dólares dos nossos cofres amados. Dinheiro esse que poderia ser muito melhor empregado para que no futuro a Olimpíada viesse como puro agrado.

    Sou carioca, amo o Rio, sou apaixonado por esporte, mas não consigo acreditar em um sonho olímpico abandonado à própria sorte. Ou investimos agora em uma mudança que realmente importe: na paz, na educação, na infra-estrutura de uma cidade de tamanho porte, ou relegamos 2016 a uma provável morte... Do sonho não concretizado, do fracasso financeiro, olímpico e do nosso tão maltratado esporte.

    Por um Rio 2016, 2020, 2024 melhor, com ou sem Olimpíada.
    26/09/2009
    Carioca invadindo a praia de paulista...
    Um grande amigo meu de faculdade, carioca, tricolor, cansado das frágeis oportunidades do Rio, foi tentar a vida na capital paulista. Está bem como freelancer por lá e agora criou um blog que permite textos de diferentes autores "migrantes" sobre São Paulo, o coração econômico e cultural do país. Quem sempre viveu com a praia como paisagem consegue enxergar outras belezas naquela selva de pedra? Sim. Em tudo há belezas e mazelas, faz parte do ser humano. Confira...

    http://noisemsampa.blogspot.com/
    25/09/2009
    A eficiência de um estagiário...
    Quem disse que estagiário não serve pra nada? Serve cafezinho, biscoitos e, de vez em quando, como peso de papel. Brincadeeeeira, não sou tão cruel assim. Sou um ex-tagiário e, portanto, respeito os estagiários e sou amigo deles, entre um cascudo ou outro, claro.

    Esse post é apenas para homenagear um dos colegas estagiários da TV Vanguarda: Pedro Melo. Foi ele que me fez encontrar, indiretamente (pelo twitter), esse curta que coloco agora aqui no blog.



    Com dicas como essa, será que esse estagiário merece ser contratado? Vou desenhar num papel minha resposta... AHAHAH. Boa, garoto!!!
    25/09/2009
    Só pra rir um pouco
    Amigos, como tem gente criativa nesse mundo. Pro bem e pro mal. Mas tem gente que não tem grandes interesses nem pro bem nem pro mal. Só quer mesmo usar as palavras para rir e fazer rir.

    Na boa... Vejam e ouçam esse vídeo que, de tão ridículo, chega a ser engraçado!



    Sério... Os caras realmente perderam tempo fazendo isso.

    Pra entender como achei essa coisa tosca leiam o próximo post, que é bem mais sério. Pearl Jam na veia... Na seriedade e na comédia!!!
    25/09/2009
    Ser humano: o câncer da sociedade?
    Quando começamos a pensar o programa "Terra, vida ou morte", imaginamos diversas situações que poderiam ser discutidas. Em uma delas, teorizamos o fato de que o ser humano pode ser um vírus letal que vem deixando o corpo "Terra" cada vez mais doente - com a morte do corpo "Terra", o vírus humano morreria junto, a não ser que ele realmente fabricasse a sua Enterprise, viajando o Universo a destruir planetas vorazmente. Chegamos à conclusão de que essa ideia era filosófica demais para a TV aberta e que muitos espectadores achariam um grande exagero. A teoria ficou de lado entre muitas outras considerações psicológicas, freudianas, escatológicas etc. A ciência, por unanimidade, passou a ser o mote central.

    O programa fez sucesso no ar. Graças ao esforço da repórter Hellen Santos, ele se tornou um semanal, que vem levantando a bandeira do meio-ambiente em uma região fortemente industrial. Após alguns meses, conquistamos ontem o primeiro prêmio, oferecido pelo Instituto Onda Verde na abertura do Ecoadventur. Ficamos felizes e gratos pela homenagem. Mas o que mais me chamou a atenção na cerimônia de premiação foi o discurso do secretário de meio-ambiente de São José dos Campos, André Miragaia. Em certo momento, André disse mais ou menos assim:

    - Precisamos parar de falar em crescimento e começar a falar em desenvolvimento. Crescimento só pensa em PIB, lucro etc. Desenvolvimento fala em IDH, qualidade de vida, educação e saúde pública. Tudo isso passa pelo cuidado com o meio-ambiente. Crescer por crescer toda célula cancerígena cresce.

    Ao ouvir as palavras de Miragaia, logo me veio em mente a ideia inicial do programa Terra, vida ou morte, quando chegamos a cogitar a possibilidade de discutir se o ser humano tem agido ou não como um vírus letal neste Planeta. Câncer ou vírus, não importa. O fato é que estamos matando o corpo vivo que nos dá vida. Lembrando as nossas aulinhas de biologia, quais são os pequenos animais que sobrevivem em contato com outros maiores? Aqueles que vivem em simbiose. Recebemos tudo da nossa Mãe Terra, mas precisamos retribuir, dar um pouco mais de carinho, respeito, gratidão e cuidado.

    Em um universo conectado como o nosso, precisamos aproveitar essa ferramenta genial de comunicação, a Internet, para difundir uma nova forma de pensar e enxergar o nosso Planeta. Amigos, a Terra não precisa de nós. Somos nós que precisamos dela. E, a qualquer momento, podemos ser expelidos. Se somos vírus ou câncer, e se assim estamos agindo como assassinos, a Terra pode encontrar uma vacina ou a cura. Ela sobreviverá. Já nós...

    Portanto, é o momento de colocarmos em prática todas as informações que já temos em mãos. É a hora de começar uma mudança social, ambiental, educacional, econômica e, principalmente, individual - pois são os indivíduos que poderão transmitir essa nova consciência. Somos nós que precisamos começar essa transformação imediata que, talvez, permitirá a sobrevivência de nossa espécie.

    A ideia de evolução precisa mudar. Precisamos evoluir em sabedoria. Precisamos agir com sabedoria.

    ps: queria postar aqui o vídeo do You Tube com o clipe Do the Evolution, uma música do Pearl Jam, que critica o nosso conceito de evolução. Infelizmente, os autores não permitem a incorporação do link. De qualquer forma, aqui está o link. Quem conhece, reveja. Quem não conhece, reflita...

    http://www.youtube.com/watch?v=01itrj-HQz0

    ps2:vou tentar colocar fotos da premiação no próximo post.

    ps3: amigos, estou no twitter, sigam-me os bons. http://twitter.com/ademiribeiro

    Até a próxima.


     
     Perfil
    Carioca de nascimento, portelense, vascaíno e sofredor por convicção. Como todo jovem que acredita que pode mudar o Mundo, Ademir Ribeiro decidiu fazer jornalismo porque também é um sonhador. Na época, sonhava que o Vasco seria o melhor do Brasil, que a Portela seria campeã novamente e, sim, que o Mundo poderia melhorar. O Vasco e a Portela ainda não chegaram lá. Mas o Mundo... Bom, não podemos perder a fé!!!
     Arquivos
    Dezembro / 2009 (2)
    Novembro / 2009 (2)
    Outubro / 2009 (1)
    Setembro / 2009 (9)
    Agosto / 2009 (1)
    Julho / 2009 (3)
    30/07/2010
       
     
     
    vnews.com.br 2008/2010 - Todos os direitos reservados