Sexta, 30 de julho de 2010
Página Principal
 
Editorias
Plantão VNews
Nossa Região
Brasil
Ciência e Saude
Cultura
Economia
Educação
Entrevista
Meio Ambiente
Motor
Politica
Tecnologia
Seu Bairro
Variedades
Vanguarda Serviço
Esporte
Times da Região
Times da Região Bragantino
Times da Região Guaratinguetá
Times da São José
Times da Taubaté
Classificados
Vídeos
Projetos
Dia dos Pais
Encontro da 3ª Idade
Gincana da Solidariedade
Rede Vanguarda
Site TV
Programação
Fotos Papo
De Olho na TV
Transmissão HD
Pesquisa HD
Campanhas
Aniversário Cidades
Musa do Brasileirão
Serviços
Antenistas UHF/HD
Estradas
Criança Esperança
Praias
Previsão do Tempo
Roteiro de Ouro
Todos Pela Educação
VNews Shopping
Anuncie VNews
Promoção
Twitter VNews
 
Home Editorias Nossa Região
Nossa Região
 
Atualizado em: 08h00min - 05/01/2010
Após destruição, moradores de São Luiz do Paraitinga ainda sofrem com lembranças da tragédia
Voluntários da cidade e de municípios vizinhos ajudaram como foi possível
Cinco dias depois da enchente do Rio Paraitinga, os momentos de medo e tensão deixados pela inundação em São Luiz continuam na memória dos moradores. Em todos os cantos da cidade, as pessoas andavam de um lado para o outro sem rumo e sem casa.

Solidariedade

Veja os endereços para doações a São Luiz do Paraitinga

Credito: Reprodução / Rede Vanguarda "Você viver sua vida para tentar construir uma coisa, uma casa, e em pouco tempo cair tudo parece um filme que nunca mais vai sair da minha cabeça", disse o estudante e morador da cidade Caio Cabral Antunes.

Em São Luiz do Paraitinga, as águas do rio mostraram o poder de um verdadeiro bombardeio. Em meio aos destroços, Evandro Figueira tentou encontrar algum vestígio da história da própria família. "Aqui é onde eu passei minha infância, onde eu vivi, minha família toda viveu aqui", disse ele.

Maurílio Gonçalves viu sua casa recém construída cair. Os móveis e toda a casa ficou coberta de lama. "Não tem nada inteiro, parece que colocou tudo dentro de um liquidificador e bateu tudo".

Credito: Reprodução / Rede Vanguarda Centenas de voluntários da cidade e de municípios vizinhos ajudaram como foi possível. "Nós vamos precisar de muita ação, de pessoas que venham pra cá e coloquem a mão literalmente na enxada", explicou o voluntário José Carlos Imparato.

Além dos prejuízos materiais, o que desolou os habitantes, foi ver o maior orgulho deles desaparecer. O que estava ao redor da praça sempre foi sinônimo de festa. Agora o palco de um dos carnavais de rua mais populares de São Paulo, se tornou um cenário de destruição, tristeza que não para de impressionar os moradores. "Sinceramente, conversando dá vontade de chorar de novo. É uma tristeza", desabafou a moradora Edvânia Aparecida Almeida.

Cunha


Cunha é outra cidade que ainda sente o impacto das chuvas. Há partes do município que continuam isoladas. No centro da cidade, pelo menos 90 casas foram atingidas pela cheia. Dois rios transbordaram: o Paraitinga e o Jacui.

Estragos chuva

O antes e o depois em São Luiz. E mais fotos!

Em visita à São Luiz, José Serra diz que Estado deve ajudar na reconstrução da cidade

Veja imagens do estrago da chuva em Cunha

150 casas são alagadas pelo Rio Paraíba em Aparecida. Veja vídeos e imagens

São Luiz do Paraitinga debaixo d'água: veja imagens, depoimentos e ajude

"Minha casa sumiu, só dá pra ver o telhado": estudante aguarda por notícias de São Luiz

Credito: Reprodução / Rede Vanguarda Mas a situação mais difícil mesmo está na zona rural. Sete mil pessoas ainda estão isoladas. Entre elas, turistas que vieram passar o réveillon na cidade e ainda não conseguiram ir embora.

Há muitos acessos interditados. São mais de 600 deslizamentos de terra, 300 pontes no chão em mais de 2.400 quilômetros de estradas rurais. Reparos são improvisados para dar acesso à Guaratinguetá. “Sou nascido e criado aqui, nunca vi um negócio desses. Vai ficar para a história”, disse um morador.

Credito: Reprodução / Rede Vanguarda Cunha é o segundo maior município do estado em extensão. Perde só para a capital. Só que a maior parte da área é verde. Por isso, o resgate é mais difícil. “A situação ainda é muito crítica para quem mora na zona rural. Se alguma prefeitura do Vale do Paraíba puder ajudar, apoiar com carregadeira ou até mesmo trato de esteira, porque tem lugar que só trator de esteira chega”, disse o coordenador da Defesa Civil, Cristóvão Alves da Silva.

Em alguns pontos, só dá pra chegar de helicóptero. É do alto que vem a ajuda para o resgate.
Em um trecho, a força da água foi tão grande que dobrou o tamanho do leito e engoliu a estrada.
O rio levou também um campo de futebol.

Credito: Reprodução / Rede Vanguarda Uma propriedade foi construída a cinco metros de altura do nível do rio. Mas com a chuva do fim de semana, a água subiu mais três metros. A casa ficou praticamente submersa por 24 horas. No local, tudo é lama.

Segundo a Defesa Civil, ainda há riscos de novos deslizamentos de terra e desmoronamento de casas. Há muitas rachaduras em construções e encostas toda a região é monitorada por geólogos.

Mais imagens dos leitores


Credito: Helder Oliveira
Credito: Helder Oliveira
Envie o seu material: jornalismo@vnews.com.br
 
 
 
 
Novo álbum de Michael Jackson será lançado em novembro
São José realiza seminário sobre aleitamento materno
Ilhabela: Espaço Cultural Veja São Paulo termina neste fim de semana
Promotoria indica 16 testemunhas de acusação no caso Mércia Nakashima
Levantamento do Inpe mostra que aumentou o número de queimadas na região
 
30/07/2010
   
  O que você achou da atitude de Felipe Massa ao ceder a posição para Alonso?
Profissional
Covarde
Normal
1
Taubaté: corpo é encontrado na zona rural de Quiririm
2
Corpo de uma mulher é encontrado em Ubatuba
3
Após 45 dias internado, baleado na saída de faculdade de São José volta para casa
 
 
vnews.com.br 2008/2010 - Todos os direitos reservados